Porque ter o melhor ano da sua vida não é difícil, nem caro.

Atualizado: Jun 15



Qual foi o melhor ano da tua vida?


Provavelmente tu pensou ou já ouviu algo assim:


"Quando era criança, não tinha nenhuma preocupação!"

"Época do colégio, sempre estava com meus amigos e não tinha grandes responsabilidades. Era feliz e não sabia!"


Por que não 2018? E se foi 2018, no início do ano passado você teria respondido 2017?


E se, daqui pra frente, tu pudesse viver o melhor ano da tua vida todos os anos? E se eu te dissesse que isso não é difícil, nem caro?


"Ah, mas isso é muito utópico."


Não, não é.


A chave está na maneira como definimos as nossas "resoluções de ano novo". Como Shawn Achor aponta em “O Jeito Harvard de Ser Feliz”, temos a mania de pensar que quando atingirmos nossas metas, teremos "sucesso", e então, seremos felizes.

O problema é que, quando chegamos lá, mudamos o ponto de partida. Se primeiro queremos trabalhar muito, o ano inteiro, para sermos promovidos (e então, ser felizes), depois de promovidos queremos trabalhar mais ainda para comprar um carro. Ou fazer uma viagem para o exterior. Nesse processo, vivemos de trabalho (que, muitas vezes, não gostamos) e deixamos de aproveitar a vida, as pessoas ao redor de nós e nos vemos sempre cansados.


Outro problema é que, quando a meta é de longo prazo, nos perdemos no caminho. Surgem coisas “mais importantes”, esquecemos nossa motivação e empolgação inicial e chegamos ao clássico “não tive tempo”.


Vou propor uma nova abordagem:


Pergunte-se o seguinte: o que eu preciso para ter o melhor ano da minha vida em 2019?


Defina 3 pilares.

Amigos, música, viagens, família, impacto social, autoconhecimento, etc.

Elabore ações diárias/semanais/mensais [...] em cima destes pilares, que você vai viver o ano inteiro. No meio disso tudo, tente fazer coisas que você sempre quis fazer, mas foi sempre deixando de lado. Nada disso precisa ser caro. Se alguma dessas atividades precisar de dinheiro, você pode tentar usar uma habilidade sua para tirar uns pilas.

Aqui vai um resumo do meu ano.


Meus pilares: música, viagens e amigos.


E o que eu fiz com isso?


Dei 1 a 2 aulas de música por semana para amigos (investimento máximo de tempo: 2h semanais, fora de horário comercial).


Ganhei, em média, 200 reais por mês.


Com esse dinheiro, viajei 1 vez por mês com meus amigos.


Muitas vezes, íamos e voltávamos no mesmo dia. Em uma delas, fomos a Bento Gonçalves fazer bungee jumping.


Na mesma viagem, um amigo de Bento Gonçalves nos mostrou um sítio que cobrava 2 reais para entrar e aproveitar o dia em meio a cachoeiras e trilhas.


Esse dia inteiro custou menos que os 200 reais.


O que sobrava das viagens, usei em outras viagens ou churrascos com amigos.


Em certo ponto, comecei a economizar um pouquinho do dinheiro do trabalho. Juntei 20 amigos e amigas e fizemos uma turma de dança. O professor era um amigo que tinha feito vários cursos de dança (eu não fazia ideia disso até procurar por alguém para nos ensinar). E isso custou 80 reais por mês.


Depois de 5 meses, aprendemos a dançar razoavelmente (que era o nosso objetivo) e nos dispersamos. Comecei a fazer yôga, pelo mesmo valor. Assim como eu dei aulas de música, sempre temos amigos com habilidades e disposição para ensiná-las, por um preço bem acessível.


Isso tudo não foi nem metade das experiências que 2018 me trouxe.


Durante o ano, me vi em um estado constante de felicidade/positividade, e isso refletiu na minha produtividade.

Na minha criatividade.

Na capacidade de ver o lado positivo em situações difíceis.

Na disposição para manter hábitos como exercícios, meditação, boa alimentação... que são frequentes em resoluções de Ano Novo, não?


"Ah, então eu não vou ter metas?!"


Vai, vai sim. Inclusive no trabalho. E elas vão ser batidas, por causa de tudo isso aí em cima.


Viu como inverter a lógica muda tudo?


Não foi difícil, nem caro. Foi, acima de tudo, divertido. E 2019 vai ser muito melhor.


Eu já escolhi os pilares que vou viver intensamente em 2019. Quais são os teus?


Se quiser trocar uma ideia sobre isso, só chamar!

Gustavo Dalla Nora Mello

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