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Porque fazer o melhor ano da sua vida é como ir para a piscina


“Eu vou fazer do ano que vem melhor do que esse!”


“Ano que vem vai ser o melhor ano da minha vida!”


A virada de ano é sempre momento de novos projetos. Decidimos pela academia com melhor custo-benefício, pela aula de inglês no melhor curso. Decidimos, também, mudar hábitos e rotinas. E tudo isso são projetos - de curto, médio e longo prazo.


Quando penso em começar um novo projeto - e o projeto de melhor ano da vida talvez seja o maior deles - me lembro dos verões da minha infância quando ia para a casa dos meus primos.


Temos 3 opções quando vamos para uma piscina. E aqui, entendemos que a piscina é o nosso projeto. A gente pode chegar, olhar pra ela, sentar no sol e sequer saber a cor da água. É o que fazemos quando nem optamos assumir aquele projeto novo, ficando só no campo das ideias. A gente se prepara, muda pedaços da rotina, mas não faz nada além disso.


Nossa segunda opção é só molhar o pé. A gente até vai lá e sente a temperatura, molha as mãos e a nuca, mas nada além disso. Caminha na borda e olha quem tá dentro de piscina e até sente uma certa inveja: “nossa, deve estar gostoso aí dentro!”. E fica por isso. São esses os projetos que mal iniciamos e não damos continuidade, deixando as coisas como estão, sem muito movimento.


A terceira opção é a mais interessante de todas! É quando nos jogamos na piscina com vontade. Sem preocupação. Sem medo do gelado da água batendo nas costas. E o mais legal não é somente se jogar, é fazer transbordar. Aquela água que vai pra fora diverte e contagia, molhando quem passa por perto.


Esse contágio - ou esse molhado - é quando o nosso projeto passa a inspirar novos projetos nas outras pessoas, mostrando que não é distante - nem dolorido e caro, como o Gus já comentou nesse texto aqui, fazer e encarar um novo projeto com vontade.


No exemplo da piscina na casa dos primos, na hora que eu chegava e via a piscina, corria pra saltar nela, tirando a camiseta no meio do caminho, desviando dos cachorros latindo e pulando sem nem pensar em limpar o pé sujo de grama antes.


Era impulsivo, mas racional. Eu queria me jogar. Eu decidia me jogar. Quando criança, todos querem se jogar sem se preocupar com a temperatura da água ou com a profundidade da piscina.


E por que não somos crianças na piscina quando começamos algum projeto? E por que não somos crianças na piscina quando pensamos no projeto “melhor ano das nossas vidas?”


Se queremos que seja o melhor ano das nossas vidas, decidimos encarar ele como?


Os nossos bons projetos dependem da intensidade que começamos eles. Muitas vezes, sentimos aquele gás contínuo de fazer algo com muita vontade. É o “estar pilhado” o tempo todo.


Na piscina ou nos projetos, a ideia é a mesma. Se optamos por ficar conhecendo o ambiente por muito tempo, sentindo só a temperatura da piscina, o sol pode se pôr e já ser tarde demais pra se jogar com toda aquela energia que circunda o momento.


Ainda, podemos nos jogar e ficar tanto tempo lá dentro a ponto de murchar. A piscina pode ficar sem graça. O projeto pode ficar chato.


E tá tudo certo!


Porque quando o projeto fica chato ou a piscina fica monótona, a gente sai dela, esquenta o corpo e pula de novo. Mais um momento de agua gelada! Mais um gás de energia!


E quando o sol se põe, o ambiente pode estar mudando. Chega a noite e a piscina fica estranha. Mas também cabe a nós criar um novo ambiente, no mesmo desafio. Afinal, quem nunca pulou numa piscina, já adulto, tarde da noite?


Se queremos que nossos projetos sejam os melhores das nossas vidas, devemos tanto dar a intensidade que queremos pra eles desde o início quanto ir dando novos pontos de intensidade ao longo do trajeto. E quando pensarmos que o ambiente já não está mais agradável, não tem problema.


A gente tá aqui pra adaptar e fazer diferente, com vontade! Texto por Felipe Becker

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