O modelo de gestão que conecta pessoas ao propósito do negócio

Mandala da FOURGE contempla cinco dimensões que não podem ficar de fora do teu planejamento para potencializar os resultados. A gente te explica como



Quando se ouve falar em modelos de gestão no mercado, a gente se vê praticamente diante de um self service: há tantas opções, diferentes combinações que podem se sobrepor ou ser complementares, que às vezes fica até difícil decidir o que comer. Ou, no caso dos negócios, qual modelo funciona melhor para os resultados que se quer alcançar.


"Independentemente de metodologias, acreditamos em um modelo de gestão que contempla comportamentos, autonomia, protagonismo. Que dá voz para as pessoas e as coloca no centro, lugar de onde elas têm a possibilidade de construir coletivamente a cultura da empresa", explica Paula Morel, líder de pessoas e experiência da FOURGE.



Na FOURGE, construir um modelo de gestão passa por cinco dimensões fundamentais:


1 - Senso de propósito: percepção de valor e senso de pertencimento;


2 - Ambiente: vulnerabilidade, confiança, colaboração e protagonismo;


3- Processos: visão horizontal, fluida e ágil de processos;


4- Estratégia: envolvimento dos times na construção e execução da estratégia;


5- Liderança: tolerância ao erro, autonomia e desenvolvimento de pessas e equipes.


Essas dimensões não estão dispostas lado a lado, e nem têm um significado individualizado. Elas fazem parte de uma mandala circular, complementando umas às outras a depender do nível de maturidade das pessoas e do negócio como um todo, sempre com o senso de propósito como centro.


Eduardo Lopes, o Duda, líder de comunicação e produtos da FOURGE, explica que isso ocorre porque é para a percepção de valor daquilo que fazemos que devemos voltar sempre que bater alguma dúvida em relação a qualquer uma das demais dimensões. "A nossa mandala é consequência de uma construção que chegou a essas cinco dimensões por meio de um olhar focado nas pessoas. Esses pontos estão conectados e, quando fazemos nossos diagnósticos para ajustes de rota ou até para mudanças mais importantes, sempre mantemos as pessoas e o propósito no centro porque ele é nosso ponto de partida", garante.


Mas como fazer essa mandala existir no dia a dia dos negócios?


É aí que entra a função de hacker. Mas não a função de invadir sistemas de computador, embora o termo tenha sido inspirado na tecnologia da informação, como explica Paula. "O nome ficou vinculado a algo ruim porque quem hackeava os sistemas, em geral, usava as informações com má intenção. Mas hackear é descobrir coisas novas a partir de pontos que ninguém tinha visto antes."


Na prática, hacker da FOURGE chega em uma empresa que acredita estar bem estruturada, mas que não consegue atingir os resultados que almeja. Há um modelo de gestão condizente, um caminho lógico para os processos e pessoas que parecem saber o que têm de ser feito. Só que, quando se olha para o dia a dia, há oportunidades não exploradas e pontos de melhoria que são capazes de transformar a forma como a equipe lida com o trabalho e, consequentemente, os resultados da empresa.


"Nós não somos uma consultoria que chega e diz: 'tu tem isso, isso e isso, este é o nosso plano de ação, volto na semana que vem pra ver o que tu fez'. A gente senta lado a lado com as pessoas, sente a dor e atua com elas. Achamos uma brecha em cada sistema para entrar, operar junto e mudar de dentro para fora", garante Duda.


Para buscar essas ‘brechas’ das quais o Duda fala, é fundamental praticar a escuta ativa das equipes de todas as áreas, ouvindo o que os times têm a dizer e colocando-os no papel de protagonista da criação e execução das ações de melhorias que vão potencializar as pessoas e o negócio. E essa escuta permeia todas as dimensões da mandala, resultando em um diagnóstico sobre quais pontos precisam ser mais trabalhados e quais estão mais avançados para, assim, alcançar o equilíbrio que permite realizar o propósito do negócio. É a forma de conectar o valor que a equipe entrega para o mundo às atividades que permeiam a rotina de qualquer empresa.


“Podemos dizer, sem romantismo, que nosso modelo de gestão permite que todos os dias se transformem em sábados. Criar sábados nas empresas representa nossa vontade de fazer com que as pessoas sintam que o trabalho pode ser leve, divertido, ter significado para a vida. Não negamos que existam dificuldades e sabemos que nem todas as pessoas vão estar nesse lugar de privilégio de uma relação saudável com o trabalho. Mas quanto mais empresas alcançamos, mais capacidade temos de estimular as pessoas a fazerem essa transformação”, destaca Paula.


Fique de olho aqui no nosso blog que, em breve, vamos falar mais sobre cada um dos pontos da nossa mandala.


Mas se você sentir que não dá mais pra esperar, fique a vontade para mandar uma mensagem e vamos bater um papo sobre o tema.


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