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O que mais trava as Unimeds hoje? Elas respondem

  • há 4 dias
  • 4 min de leitura

Durante a Convenção Técnica Unimed, em abril, ouvimos gestores de diferentes regiões do Brasil para entender onde estão os principais gargalos das cooperativas. Descubra agora


Quem trabalha na Saúde sabe: o problema raramente é um só. A operação trava porque os sistemas não conversam. Porque os processos continuam manuais. Porque as decisões ainda dependem de planilhas. Porque os projetos de tecnologia demoram demais. Porque a auditoria virou reação. Porque o ERP existe, mas não entrega o que deveria entregar.


E principalmente porque tudo isso acontece ao mesmo tempo.


Foi tentando entender essas dores na prática que a FOURGE Tech conduziu, no nosso estande na Convenção Técnica Unimed 2026, em abril, uma pesquisa com mais de 400 gestores de Unimeds que atuam em diferentes áreas e localidades do Brasil. A pergunta era direta: “Quais são os maiores gargalos que você enfrenta hoje?”


O resultado ajuda a desenhar um retrato bastante nítido do momento que o setor vive. 


O principal gargalo: baixa eficiência operacional

Convenção Técnica reúne Unimeds de todo país

47,6% dos participantes apontaram a baixa eficiência operacional como principal desafio. E talvez esse seja o dado mais simbólico da pesquisa. Ele mostra que o problema não está apenas em ter tecnologia. Está em conseguir fazer a operação funcionar de maneira fluida, integrada e inteligente.



Muitas organizações convivem diariamente com:


  • retrabalho;

  • autorizações lentas;

  • processos manuais;

  • glosas recorrentes;

  • divergência de dados;

  • excesso de planilhas;

  • dificuldade de acompanhar indicadores em tempo real.


No fim, equipes extremamente qualificadas acabam gastando energia tentando sustentar a operação em vez de evoluí-la. A consequência aparece rápido: aumento de custo operacional, desgaste das equipes, demora na tomada de decisão e uma experiência ruim para quem mais importa, o cliente. 


Na prática, boa parte das operações ainda funciona em um modelo pensado para um setor que já não existe mais. 


Sistemas legados continuam travando inovação


Logo atrás, com 40,9%, aparecem os sistemas legados e travados. E aqui existe uma contradição importante. O setor de Saúde investiu muito em tecnologia nos últimos anos. O problema é que, em muitos casos, essa tecnologia foi crescendo de forma fragmentada.


Sistemas antigos seguem sustentando operações críticas. Novas ferramentas são adicionadas por cima. Integrações ficam frágeis. E a TI passa a viver apagando incêndio em vez de acelerar a transformação. O resultado é conhecido por praticamente qualquer gestor de tecnologia em Saúde:


  • dificuldade de integração;

  • lentidão operacional;

  • baixa flexibilidade;

  • alto custo de manutenção;

  • dependência de fornecedores;

  • dificuldade de escalar inovação.


O problema não é apenas técnico. É estratégico. Porque quando a tecnologia trava, o negócio trava junto.


Integração de sistemas: o terceiro maior desafio

34,2% dos participantes apontaram a integração entre sistemas, especialmente ambientes TOTVS e OutSystems, como o terceiro principal desafio da atualidade. E isso talvez explique boa parte dos outros problemas. Quando os sistemas não conversam direito, a operação perde continuidade. Dados deixam de gerar confiança. O retrabalho aumenta. E as decisões passam a ser tomadas em ambientes fragmentados.


É comum encontrar organizações onde:


  • o ERP não conversa adequadamente com o BI;

  • dados assistenciais não se conectam aos financeiros;

  • integrações dependem de processos manuais;

  • regras de negócio ficam desalinhadas entre sistemas;

  • diferentes áreas trabalham com “verdades” diferentes.


Na prática, a Unimed até possui dados. Mas não possui nitidez operacional. E sem nitidez, não existe gestão rápida. 


Além desse top 3, outros problemas apontados pelos gestores na nossa pesquisa foram: 


  • Gargalos em Auditoria e Custos: Falta de controle rigoroso sobre a sinistralidade e contas médicas (28,8% das respostas) 

  • Decisões sem Base em Dados: Falta de visibilidade em tempo real para ajustes estratégicos imediatos (27% das respostas)

  • Software Personalizado/Escalável: Dificuldade em criar soluções sob medida que acompanhem o crescimento (26,3% das respostas) 

  • e Complexidade no Desenvolvimento: Projetos de TI que demoram meses e não entregam o que o negócio precisa (23,3% das respostas)



O que esses dados realmente mostram?

Mais do que listar problemas tecnológicos, a pesquisa revela algo maior: o setor de Saúde está vivendo uma mudança de lógica. As organizações não precisam apenas digitalizar processos. Precisam construir operações mais inteligentes, integradas e sustentáveis. Precisam transformar tecnologia em capacidade real de execução. 


Isso muda completamente o papel da TI. Tecnologia deixa de ser suporte operacional e passa a ser peça estratégica parar reduzir desperdícios, acelerar decisões, melhorar experiência, integrar jornadas; dar previsibilidade financeira; ampliar eficiência assistencial e sustentar crescimento. Só que isso não acontece comprando mais ferramentas. Acontece redesenhando a operação.


Como a FOURGE Tech atua nesses gargalos

Na FOURGE Tech, a gente não olha para tecnologia de forma isolada. Nosso trabalho começa entendendo a operação real. Isso significa mergulhar nos fluxos, identificar gargalos, entender as dores das equipes e conectar tecnologia às necessidades do negócio.


É por isso que nossos projetos normalmente envolvem:


  • Revitalização e otimização de ambientes TOTVS;

  • Desenvolvimento acelerado via low-code e less code;

  • Integração entre sistemas;

  • Automação operacional;

  • Dashboards e inteligência de dados;

  • Auditoria baseada em valor;

  • Estruturação de jornadas digitais;

  • Construção de produtos escaláveis;


Tudo isso com um objetivo muito simples: fazer a tecnologia deixar de ser um peso operacional e passar a gerar valor real. Afinal, nenhuma organização quer apenas “ter sistema”. Ela quer operar melhor. Quer ganhar velocidade. Quer tomar decisões mais rápidas. Quer reduzir desperdício. Quer crescer sem perder controle. E principalmente: quer inovar sem travar a operação atual.


A pergunta agora é outra

Depois de ouvir mais de 400 gestores durante a Convenção Técnica Unimed, uma coisa ficou muito nítida pra gente: o setor já entendeu que precisa mudar. Agora a pergunta deixou de ser “se” a transformação vai acontecer. A pergunta é: quem vai conseguir executá-la antes?


Se algum desses gargalos também faz parte da tua operação hoje, talvez esteja na hora de conversar com quem vive tecnologia e Saúde no mesmo nível de profundidade. A FOURGE Tech pode te ajudar a transformar gargalos operacionais em capacidade real de crescimento. 



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